quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Lesão de Tornozelo em Atletas


Por: Israel de Toledo - Brasil
Introdução
Nos vários anos de experiência profissional, tenho visto por inúmeras vezes profissionais da área da saúde, tratarem de forma inadequada, pacientes com alterações no retropé. São prescrições e confecções equivocadas de palmilhas ortopédicas, que atingem desde crianças e adultos à atletas esportistas, onde esses equívocos têm gerado mais complicações resultantes do que o tratamento esperado.
Apesar da má compreensão relacionada ao pé infantil, iremos abordar o pé de adultos esportistas e as complicações resultantes de um tratamento impreciso.
O Retropé
A articulação tíbio-társica representa o maior nível de recepção de cargas do pé humano, e esta tem influencia direta nos movimentos dos pés e conseqüentemente na postura do indivíduo. Trata-se também, da articulação intermediária para as alterações biomecânicas ascendentes para coluna ou descendentes para os pés. No retropé, pela carga lançada diretamente no tálus pelos maléolos tibial e fibular, a articulação tíbio-társica (que é o tornozelo propriamente dito), o encaixe tíbio-fibular, se acopla de maneira exata com o talus e assim, permite o movimento de flexo-extensão.
Se as cargas não estiverem harmoniosamente envolvidas com a biomecânica dos movimentos dos pés, podem gerar uma série de lesões, sendo que uma das principais lesões é a fratura por estresse, que representa 4,7% a 30% das lesões encontradas em corredores, a maioria na tíbia (49,9%), ossos do tarso (25,3%), metatarsos (8,8%), fêmur (7,2%), fíbula (6,6%), pelve (1,6%), sesamoides (0,9%) e coluna (0,6%).
Avaliações Imprudentes
Uma realidade lamentável é que poucos esportes são valorizados a ponto de seus praticantes terem acesso a equipamentos e principalmente a profissionais qualificados para uma boa avaliação ou mesmo orientação. Apenas poucos como o Futebol, Vôlei ou Basquete (e isto não são todos), tem tal recurso. Porém, esportes de alto impacto como o atletismo e suas muitas modalidades não o tem. A indicação Médica aos sedentários para adquirirem a prática de uma caminhada, tem gerado também um aumento expressivo do número de pessoas adeptas a este esporte.
Junto a esta realidade, corredores amadores ou mesmo os profissionais, tem muitas vezes buscado ajuda em lojas especializadas em produtos esportivos, atrás das ditas “avaliações biomecânicas” oferecidas nestes lugares. Com equipamentos aparentemente sofisticados ou no mínimo bonitos e impressionantes. Tais atletas são avaliados por profissionais não qualificados, aliás, em quase toda sua totalidade, são vendedores treinados pelas empresas a manusear equipamentos medíocres ou no mínimo imprecisos, que tem levado a indicações fraudulentas e inconseqüentes e sem nenhum critério clinico, onde seus resultados geram processos inflamatórios e lesões a estes atletas.
O Podólogo
Assim como ocorre em diversas partes do mundo, aqui no Brasil o Podólogo deveria se especializar na biomecânica dos pés, para fortalecer o número de profissionais competentes e qualificados a dar atenção a estes e outros atletas.
É certo que hoje o Podólogo já tem um amplo conhecimento dos pés, seja de forma fisiológica, anatômica ou patológica, e um grande número de Podólogos tem estudado e se especializado na biomecânica dos pés, porém, este estudo deve ser uma pratica habitual a todos e não a alguns. Pois o conhecimento diferenciado pela dedicação ao estudo dos pés, tem dado a este profissional uma capacitação cada vez maior para tratá-los de forma eficaz e responsável, como orientar seu paciente sobre o tipo de calçado adequado ou mesmo o estado biomecânico com as alterações e suas conseqüências, podendo orientar, tratar ou mesmo encaminhar este paciente ao Médico. Basta observar a evolução do Podólogo no Brasil, e facilmente veremos que este profissional é altamente capaz e futuramente será a profissão mais solicitada no que diz respeito ao tratamento dos pés; referente ao tema tratado, o Podólogo pode muito auxiliar o tratamento e mesmo a avaliação destes atletas.
Lesões comuns
No que se diz respeito ao tornozelo, as lesões mais comuns se devem ao varismo (fig. 3 – A) e ao valgismo (fig. 3 – B), podendo ser também aos pés desarmônicos. Tanto um quanto outro, geram alterações biomecânicas sérias com graves resultados.
O varismo cria um talus em varo e queda da articulação talocancânea lateral, provocando uma rotação externa dos eixos tibiais e femurais (fig. 1), alterando todo quadril e coluna conseqüentemente. Aumenta o arco medial levando este a cavo e supinando o antepé. Ocorre uma abertura da articulação talus/fibular e o pinçamento da articulação talus/tibial e é nesta hora que ocorre a fratura por estresse no choque do talus com o maléolo tibial.
O valgismo tem a conseqüência contrária do varismo, pois coloca o talus em valgo provocando uma rotação interna do fêmur (fig. 2), alterando o quadril e a coluna. O arco medial torna-se planovalgo e o antepé pronado. Ou seja, tanto o valgismo quanto o varismo, se houver uma carga muito grande ou mesmo o estresse repetitivo, poderá ocorrer uma fratura (fig. 3).
(fig. 1)
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(fig. 2)
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(fig. 3)
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Os pés desarmônicos são a soma de um valgo em um pé e o varo em outro. Com rotação interna do fêmur de um lado e externa do outro, ele pode ser ou não patológico na forma estática mas será certamente na dinâmica. Suas conseqüências vão desde dores musculares na panturrilha aos pés, pois sua alteração na postura é tão diversificada que suas conseqüências também serão.
Além disso, pesquisas revelam que lesões como fratura por estresse, condromalácia patelar, síndrome de estresse tibial (shin splints), fascite plantar e tendinite do tendão calcâneo ocorrem por uso excessivo e repetitivo de cargas nas estruturas do sistema musculoesquelético, são características em corredores de longa distância.
Fatores Importantes
Um dos principais fatores a se observar no tornozelo, não é se o atleta tem ou não um valgo ou varo, e sim, o grau de cada um deles. As alterações biomecânicas que eles desenvolvem; patologias associadas e sintomas apresentados. Junto com uma boa avaliação de anaminese, onde podemos traçar o perfil do paciente e com a soma dos resultados, prever futuras lesões. Feito isto, inicia-se o tratamento conservador.
Uma vez conhecendo as articulações do tornozelo, nunca podemos confundir um pé plano (que tem sua origem no arco medial) com um planovalgo (que tem origem no valgismo), pois esta é o mais comum dos erros cometidos por profissionais da área da saúde que tratam os pés e como seu tratamento são diferentes, o equivoco deste gera não apenas falha absoluta no resultado esperado, como também poderá criar um desvio muito maior nestes pés.
É importante reconhecer que não basta tratar a lesão ou mesmo a fratura, se não conhecer ou principalmente tratar a origem desta lesão. Que fique claro que não é com um tênis de última geração ou com uma avaliação simplória que ira se tratar o problema. Quando se refere ao tratamento conservador, referimos ao tratamento com uma palmilha ortopédica, feita sobe medida ao paciente após um avaliação biomecânica profunda, feita por profissionais qualificados como o Fisioterapeuta ou outro especialista em pés. Somente a palmilha terá a capacidade de alterar e redistribuir corretamente as cargas do pé. Não existe nenhum calçado capaz de obter o mesmo resultado, pois sempre haverá indivíduos que terão alterações de um porte em um pé, diferente do outro pé, transformando tratamentos de origem industrializada em verdadeiras utopias.
Das palmilhas existentes hoje no mercado, que tem resultados altamente positivos na redistribuição de cargas sem comprometer a biomecânica de um atleta, só aconselho a nova técnica de TOLEDO®, pois sua exigência na captação de informações biomecânicas somado a sua alta capacidade de absorção de impactos e precisão anatômica, faz desta técnica de palmilha, o que existe de melhor em palmilhas biomecânicas do mercado.
Diversos estudos têm comprovado sua porcentagem de resultados positivos, não apenas em atletas, mas no que diz respeito ao tratamento de patologias associadas aos pés.
Conclusão
Se ao observar o varismo, valgismo ou pés desarmônicos em seu paciente, identifique o grau desta patologia, se já existe seqüelas nas articulações, tendões ou processo inflamatório, se existe dor e sua intensidade. A soma de todas as informações, indicará qual tratamento a ser adotado ou mesmo se este paciente deverá ser encaminhado a outro profissional (junto a uma equipe interdisciplinar).
Independente de outro acompanhamento profissional interdisciplinar, este paciente deverá usar um par de palmilhas ortopédicas que o auxilie na reposição biomecânica de seus pés. Indico também que se faça uma avaliação de R.P.G (Reeducação Postural Global) para evitar, ou mesmo corrigir, eventuais seqüelas na coluna.
Profº Israel de Toledo
Podólogo; Ortesista; Especialista em Pés Diabéticos (H. Brigadeiro); Especialista em Palmilhas Ortopédicas (ABOTEC – Brasil e FLEXOR – Espanha); Autor da Técnica de Palmilhas TOLEDO®; Palestrante e Professor em Cursos de Palmilhas.
Bibliografia
1. SODRÉ, H.. Manual de Ortopedia, EPM, 1992.
2.BRICOT, Bernard. Posturologia, Icone,2001.
3.ÁLVAREZ, Miguel.Lesões nos Pés em Podologia Esportiva, Podologia hoje, 2005.
4.BEGA, Armando. Podologia Bases Clínicas e Anatômicas, Martinari, 2009.
5.SHIMIDT, Ademir.Estudo da Distribuição da Pressão Plantar do Equilíbrio Corporal em Corredores de Longa Distância, Unicamp,2006.
6.SIGNORINI,Leonardo.Corrida de Longa Distância,Medicina Esportiva Joaquim Grava,2005

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Entrevista com a podóloga Roseli Silva - Bem Estar 05/07/11


Cortar unhas retas e não tirar cutícula evitam problemas em pés e mãos

Bem Estar desta terça (5) convidou a dermatologista Márcia Purceli.
Podóloga Roseli Silva Bueno mostrou como prevenir e tratar problemas
.


Cuidar dos pés é importante não só para mantê-los com uma boa aparência, mas também para deixá-los saudáveis – livres de calos, unhas encravadas e infecções. Cortar as unhas da forma reta, sem aparar os cantos, ajuda a evitar problemas e sofrimentos futuros.
Para prevenir calos, é indicado pisar corretamente. Portanto, escolher um sapato adequado, do tamanho certo, é fundamental. Com o objetivo de aprofundar esses assuntos, o Bem Estar desta terça-feira (5) recebeu a dermatologista Márcia Purceli e a podóloga Roseli Silva Bueno, que falaram sobre prevenção e tratamento. Segundo Márcia, alicates, cortadores de unhas e outros utensílios devem ser individuais para prevenir contaminações.
Calos e cutículas (Foto: Arte/G1)
A pele que se acumula nas unhas e vira a cutícula é feita de queratina, uma proteína muito resistente que funciona como uma barreira de proteção em todo o corpo. As células que produzem queratina ficam na camada córnea, a mais superficial da pele e a que mais descama.
Para renovar as unhas das mãos, levam-se até 3 meses, contra 8 meses do dedão (a pele é trocada por inteiro em 30 dias e os cabelos vivem até 5 anos). O ideal é não retirar a cutícula, apenas empurrá-la, já que a região fica muito próxima da parte viva da unha, onde uma inflamação pode ocorrer facilmente. No salão de beleza, as manicures e pedicures devem esterilizar os equipamentos em autoclave.

A cutícula é uma proteção e uma vedação da pele, por isso que, quanto mais for removida, mais grossa tende a ficar. Isso porque o organismo busca se proteger de eventuais ameaças.De acordo com a dermatologista, as unhas das mãos crescem mais que as dos pés porque não há barreiras que as impeçam de nascer – como os sapatos fazem com os pés. E as unhas também precisam respirar: a recomendação é de que fiquem pelo menos um dia na semana livres de esmaltes ou bases.Quem tem familiares com histórico de unha encravada deve ficar atento, pois o problema costuma ser hereditário e aparecer logo nos primeiros anos de vida. O dedo que mais sofre é o dedão, que geralmente é pressionado pelo dedo do lado. Nesse pequeno espaço, a queratina acaba crescendo embaixo da unha. Mas se desesperar não adianta, e cortar essa unha em casa pode ser perigoso e desencadear uma infecção.
Já os calos são uma manifestação do organismo de que existem atrito e pressão no local, o que pode ser causado por um calçado apertado ou um bico fino. Várias camadas de queratina se acumulam na região, como forma de proteção. Mas, quando endurecem, viram o calo – que não deve ser raspado nem lixado sem orientação profissional.Em algumas pessoas mais sensíveis, não adianta trocar de sapato nem usar um número maior: é preciso usar um modelo ortopédico, que é mais flexível e provoca menos atrito com o pé. Casos mais graves demandam uma ida mensal ao podólogo.
Segundo Roseli, lavar bem os pés – no meio dos dedos e ao redor das unhas – é extremamente importante para evitar problemas. Pessoas obesas, idosas, diabéticas e com dificuldade de locomoção podem usar uma banqueta de plástico no banheiro para fazer essa higiene corretamente. As unhas também podem ser limpas com uma escova de dentes macia. Depois do banho, deve-se hidratar os pés com creme.No estúdio, a dermatologista explicou, ainda, que esporão é uma proliferação óssea e joanete é um problema na articulação do dedão, ou seja, não tem a ver com a pele ou com calo.

Caso de queratose


(antes do tratamento)
Caso: Paciente de 26 anos do sexo masculino apresentando calosidade excessiva e descamação em toda a região plantar devido ao stress.

Tratamento: Higienização com solução pédica, aplicação de emoliente, desbaste com lâmina de bisturi descartável nº 20 e lixamento com lixa plantar nº 180. Após o procedimento foi feito uma esfoliação e aplicação de Homeopast com oclusão de filme PVC durante 15 minutos. O tratamento foi finalizado com homeocreme. O retorno será de 20 dias e foi indicado o uso diário do Homeopast.

O paciente foi orientado sobre a utilização de calçados e meias e a procurar um Clínico Geral para exames de rotina e verificar principalmente a taxa de ácido úrico. Ele já faz terapia com Psicólogo devido ao stress.

(depois do tratamento)

domingo, 17 de julho de 2011

PORQUE O CALO DÓI.




PORQUE O CALO DÓI QUANDO MUDA O TEMPO ?
Toda matérias tem a capacidade de reação relativa a temperatura a qual é exposta ou seja, aquecendo-a ela se dilata, esfriando-a ela se contrai. É uma lei da física, pois bem a hiperqueratóse ( calo ) é um tecido mais rígido e duro que o tecido vivo ( normal ) da epiderme donde esta fortemente fixado. Assim sendo quando há alterações climáticas bruscas a dilatação ou contração desse tecido agregado um ao outro passa a ter proporções diferentes consequetemente provoca sensações desagradáveis que são captadas pêlos terminais nervosos levando - as para o cérebro em forma de dor.
Obs: O branco sobre o calo é o famoso "remédinho" da visinha.O famoso quita calo.

domingo, 10 de julho de 2011

Salto Alto e Pés Saudáveis?

Hoje resolvi fazer uma postagem mais relacionada a saúde dos nossos pezinhos.
Eu sou apaixonada por saltos altos e não saio sem um saltinho básico.
Mas o quanto os saltos altos afetam os nossos pés? Já pararam para pensar o que aquele salto maravilhoso nosso, de 10cm de altura pode causar?

Bem, trouxe algumas imagens da distribuição do peso do nosso corpo no pé quando usamos saltos altos. Acho que a percentagem fala sobre si só. Mas se nao conseguirem pensar em nada de ruim dou uma dica: problemas na coluna e encurtamento dos músculos da panturrilha.



Sem salto

Salto 2cm

Salto 4cm

Salto 6cm

Salto 10cm+

Ah, e para as que não usam salto algum, também não é o ideal. O ideal é usar um salto de 2cm(como podem ver na segunda imagem), que deixa balanceado o peso no nosso corpo sobre o pé.

Pior que eu já sei disso fazem muitos anos quando estudei a respeito, mas a gente não consegue largar desse mal para os nossos pés que são estes maravilhosos saltos altos né?!! Glamour antes de tudo!

sexta-feira, 8 de julho de 2011

10 Mandamentos Para Pés Sem Cheiro.

1- Lave bem os pés: use sabonete antibacteriano e não se esqueça de lavar entre os dedos
2- Após o Banho, seque bem  principalmente entre os dedos, microorganismos se desenvolvem nestes espaços.
3- Aplique Doutorzinho Pés por toda a superfície dos pés, dedique especial atenção entre os dedos.
4- Mude suas meias diariamente. Dê preferência às meias de com mais  50% em algodão. Meias de nylon , seda ou outro material sintético dificultam a “respiração” dos pés
5- Não use o mesmo calçado por dois dias seguidos, alternand-os você permite que os sapatos sejam arejados> Deixe-os respirar por pelo menos 24 horas antes de usá-los novamente.
6- Cada 30 dias, aplique um desodorante Spray ( sem antitranspirante) no interior dos calçados.
7- Não use talco desodorante diretamente nos pés.
8-.Areje seus pés, fique sem sapatos quanto possível. Se não puder, retire-os de tempos em tempos.
9- Corte as unhas corretamente, seguindo sua anatomia. Evite retirar a cutícula, ele é abarreira de proteção da unha. Sem ela abre-se caminho de entrada para fungos e bactérias, provocando micoses
10- Visite regularmente um podólogo

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Veja algumas dicas para manter a saúde dos pés agora no inverno.


.Enxugue muito bem os vãos entre os dedos, depois do banho. A umidade provoca tinea-pedis (frieiras), a grande responsável pela bromidose( chulé).
.Use sempre meias de algodão.
.Nunca vista as meias logo que acabar de enxugar os pés, espere um pouco para garantir que eles estejam bem secos.
.Corte as unhas sempre retas. O corte redondo é errado, pois proporciona a compressão do sapato nos cantos do pé, o que pode provocar unhas encravadas e onicofose( famosa pelinha).
.Evite sapatos apertados e de bicos finos, que podem provocar calos e joanete.
.Esterilize sempre as ferramentas usadas para o corte das unhas. Evite contaminações.
.Pessoas que transpiram muito devem colocar produtos específicos contra o excesso de umidade nos sapatos.
.A cutícula é uma proteção da unha, portanto não deve ser retirada em excesso.
.Quem gosta de pintar as unhas do pé, deve descansá-las do esmalte por pelo menos uma semana para que respirem.
Calçados:
.Se ao experimentar um calçado de número 36, ficar apertado, enquanto que o número 37 ficar folgado, use o número 37 e uma palmilha 36, preenchendo o espaço vazio aplicando um ajuste de aproximadamente 36 ½.
Em alguns casos, a mãe compra um número de calçado maior para o seu filho que está em fase de crescimento, prolongando o tempo de uso. Para a criança não ficar com o calçado folgado nos pés, gerando desconforto, muitas vezes até prejudicando o seu caminhar, é indicado o uso de palmilhas infantis para o ajuste.
Pisada:
 O primeiro ponto do pé que deve tocar o chão é o calcanhar. Por isso devemos protegê-lo. Em climas frios e em contato com superfícies frias, o pé deve ser protegido.
Diabéticos:
 
Atenção redobrada
.Os diabéticos têm motivos especiais para cuidar de seus pés. Níveis elevados de glicose no sangue por um período muito longo podem levar à perda de sensibilidade e dificuldade na circulação do sangue nos pés do diabético. Em estágio avançado, o indivíduo pode não sentir queimaduras e ferimentos, facilitando infecções, que interferem no controle do diabetes.
.O cuidado com os pés e a escolha de um calçado adequado pode ajudar a prevenir esses problemas.